Nasci em Paraíba do Sul - RJ em outubro de  1950.

Praça  4  de  dezembro -  acho que é  o  Jardim Novo

 matriz S. Pedro e  S. Paulo

Hotel  dos  Veranistas

 

Na na Rua  do SAPS,  na  casa  da família Malheiros. É  a  Rua Marechal Floriano. Rua   de João Pantolla ( João Carlos Ferreira da Silva, do INSS),  de Zé  Pantolla, Carlinhos e Sonia Pantolla,  das  professoras  Maria  de Lourdes  e Aparecida  Rocha.  Irmãs de  José  Geraldo,  filhos de  ´´ Seu´´ Geraldo Rocha. É  também  a rua  de  ´´seu´´ Zezinho  barbeiro,  marido de ´´ dona´´ Dagmar´´, pai de Zé Coringa e Pulica ( Paulo Sérgio  da Silva, arquiteto)

 Numa esquina ficava o Colégio Sul Fluminense, o dormitório dos alunos  do  internato. Na outra esquina, o pontilhão  da via férrea, num plano mais elevado, cerca  de  2 m acima da Rua da Estação,  que  se chamava Rua Marechal  Deodoro.

Naqueles   tempos,  a  quadra  do Colégio Sul Fluminese  tinha piso de terra  batida  e não havia o muro  que  separa  a quadra  do  espaço  hoje usado pela Prefeitura  Municipal.

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   Escrevo  essas informações, pois talvez sirvam para alguém algum dia, para  se informar ou para recordar.

    Lá por  1954 subíamos o Morro  do Cornélio para ir para  a aula.

Primeiro  saía  da Rua Direita  ( Rua Tiradentes), passava pelo Jardim Velho, e subia  à direita. A  estrada,  subindo,  era  de terra.

 Estudamos no Grupo Escolar  Andrade  Figueira, o  ´´ grupo velho´´. Renato e seus Blue Caps  faziam sucesso com  a  versão ´´ Menina Linda´´, tirada  de uma  canção dos  Beatles.  Elis ganhava festival defendendo  ´´ Arrastão´´  de Edu Lobo.  A  bossa nova  ganhava projeção internacional com o Concerto no Carnegie Hall.

Se  me lembro bem  subíamos o morro, pela estrada de chão,  em fila.  Eu,  Márcio, Carlos  Valle, Maria Eliza, Maria Helena, Marina,  Maria Cristina e Isabel, filhas do professor Gonçalves,  Agnel, José Augusto Machado, Antonio Felício, Jairzinho  ´´ o  negro bom  de bola ´´ Calú,  Nathan,  e  mais.   As professoras  eram  Dona Glorita, Vininha,  Deolinda Pantolla de Carvalho, esposa do Professor  Rubens,  e outras. Dona Ieda era  a diretora.  Dona Ieda residiu naquela rua em frente ao Jardim Velho, onde  está hoje o Supermercado Bramil. Ali residiam também  Antonio Barros ( ex-prefeito) e Dr. Leon. Na esquina  reside  César Brandão de Barros.

      Nessa época eu morava na Rua  Tiradentes,  a ´´ Rua Direita´´. Ali viviam  Fifi, Michel, Cacá, Nenen, Jorge, filhos de  ´´Seu Adir´´ do SAPS,  Luiz  Ignácio ( que morava no Morro do Rosário), Paulinho Laranja, Clemilda e Lupércio, filhos de  ´´Sei´´ Sá,  Nathan, Edvaldo ( era aprendiz de violão como nós ), ´´Seu´´  Laércio  Castilho, pai de  Alberto, Ricardo Miranda, Nando, Beto,  filhos de ´´ Seu´´  Zezinho Miranda´´  da  banda de música e Dona Adalgisa,  José Gil, Roseane, Rosangela, filhas  de José Gobbi  e Lilia.

 Seu Laudelino, pai do Cacai era vizinho  também.

      Ouvíamos  no Rádio, naquela época, anos 50 e 60,   Jerônimo, o herói do sertão,  líamos gibis do Capitão Marvel, Superman,  Roy Rogers, Gene Autry.  Televisão  só na  casa  dos outros.  Haviam poucas  TV,  e em  preto e  branco.

 

  No meu primeiro  dia de  aula  a professora  Deolinda Pantolla de Carvalho me botou de castigo, por que não sei. Acho que  era o  ´´ jardim  da infância´´.  Meu pai era  alfaiate na Rodoviária Gonzalez, João de Salles  Leal,  minha mãe dona de casa, Estefaninha. Na rodoviária também estavam a farmácia do Sr. Alexandre Brick, a lanchonete do Laui.

 

   Minhas tias moraram na rua Direita   também ( tias  Isabel, tia Pequetita,  minha avó Estefania) na casa onde depois foram morar tio Toninho e tia  Terezinha.  Em  frente moravam  Irene  e Itala. ´´ Seu´´ Paulo Sabão,  pai  de João Augusto, Betinha e Maria Eliza  moravam mais à frente, assim como ´´Seu´´ Hermes, barbeiro. Cortei meu cabelo com ´´Seu´´ Hermes  muitas vezes.

 

 Hoje conheci um cidadão de Juiz de Fora. Ele me contou que foi  namorado da professora, miss, Maria de Lourdes, filha de ´´Seu Hermes´´. Ele conhece várias cidades da região, conhece Três Rios, Vassouras, pois viajava com Maria de Lourdes  que  cumpria roteio pela região, pois foi  ´´ miss Paraíba do Sul´´. isto  foi lá por  1968. Este cidação é hoje, vie-prefeito de Juiz de Fora - MG.

 

      Um de nossos pontos de brincadeira era o morro  da Light. Subíamos pela estrada, só havia uma casa  lá em cima,hoje é um  bairro povoado.  Fomos criados soltos, subindo nas árvores. Havia uma caixa d´água vazia  lá no alto que usávamos como esconderijo.

 

   A  beira-rio naquele tempo nem era  calçada ainda, era  de terra. Havia um campo de futebol. Lembro-me de Vaguinho, Toninho  e Alcir Bonatti, Bira , filho  de pescador Zico Piau, que  plantava  na  chamada ´´ Ilha do Zico´´, outro ponto  de  incursões da meninada. Onde é o Posto Beira Rio hoje, não havia nada, só mato, areia e  a beira-rio. Aquilo tudo era  área para nossas brincadeiras.

 

   Ainda não  havia o Clube Social de Paraíba   do Sul, que  seria construído mais tarde. Um dos passeis preferidos era ir à  Salutaris, águas minerais , lá do outro lado do rio, cruzando  a ponte sobre o rio Paraíba do Sul.

    Mais tarde, lá por  1965  nos mudamos para  a Rua Rangel Pestana. Havia a Cerâmica do  ´´Seu´´ Leleco, pai de João Carlos Albuquerque Cerqueira. Ali havia sempre um movimento de caminhões  carregando terra. Víamos os homens fazendo  moringas e vasos  na cerâmica.

    Na  Rangel Pestana,  as brincadeiras tomaram novas dimensões , pois eu já tinha uns  15  anos de idade. O Morro do Cemitério, a Cerâmica d´Angelo,  a beira  - rio tudo era nossa área  de lazer. Jogávamos futebol  nas ilhas  de areia. Soltávamos  pipa, jogávamos  campeonato de botão. Eu  e  Carlos  ´´ Banana´´  éramos sempre os primeiros colocados.

            O Campeonato de botão  era  na  casa  de  Seu  Totó e  Dona Rosa, pais  de Wayne, Sidney,  Luiz Carlos, Petrônio,  Edson  Carlos, Rosa , Sonia, Dorita.   Era um campeonato concorrido , com muitos participantes. Lembro-me de  alguns colegas que participavam:  Márcio, José Gil Gobbi,  Mário  e Hermogeninho,  Valdenir,  Marilton, Bento, João Carlos, Sidney, Wayne  e muitos outros.

 

Enquanto jogávamos botão  nos finais de semana, ouviamos pelo rádio o campeonato de futebol do Rio de Janeiro. O Bangú  estava muito  bem naquela época, com Parada, Bianchini, Paulo Borges  e outros. o tal do Parada  fazia muito gol.

 a jovem guarda, os violões  e guitarras

uma foto  antiga  da  Paraíba  do Sul -  da  esquerda para   a  direita

de pé :  da  esq. para  a  direita :Manoel, Márcia, Baiano, Tania Bulzico

agachados: eu  e Rogério  Dutra, filho de  Dona Mirtes

o ano,  talvez ,  1973

tocávamos violão  e cantávamos nas  missas  católicas

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meus avós maternos

Rua Marechal Deodoro - rua da  Estação

parece ser  o  Cinema  Velho  à  esquerda

Ponte de  Cimento

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foto  rara  de  1944